Você não me entende.
Você não me conhece.
Eu sou a má influencia, das dores que parecem.
Eu faço meu mundo, depende como você o olha.
Tenho conclusões, de simples e breves inspirações.
É meu jeito de amar. É só meu jeito de amar.
Você coloca as melhores roupas e não se sente bem.
Você usa o relógio, mas o tempo é nostálgico parado.
Como os defeitos que em mim você inventa. Por que não agüenta?
Por que não tenta, ser ao menos verdadeiro. Porque não me segura, porque não beija.
Aquela velha figurinha avulsa agora tem valor.
Então eu me perco e já estou a 100 km por hora, não tente me parar.
Não chore isso não vai adiantar. Me evite, grite, só não tente me ultrapassar, não seja louco de tentar lembrar.
Ainda na velha carteira recados de um te amo, e de todas as palavras que não sei como sentir.
Você não entende.
Você nunca quis entender, que o melhor de mim era pra você.
Ficou pra trás, lá atrás onde eu não posso ver, por que ha. apenas uma estrada a seguir.
E estou em alta velocidade. Deixando aqui momentos e saudades.
terça-feira, 24 de junho de 2008
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