1 Peço que não me abandone, imploro que não me deixe, nem mesmo flores artificiais sobreviveram aqui. Digo não me esqueça, e que pareçam loucuras soltas. No vento de maio, na brisa do inverno sem você sem você.
2 -Desculpa das mil vezes, perdoe minhas frases anexadas do eu não te amo mais, sei que o céu hoje está nublado e você pelos cantos deixa cinzas de cigarros pensativos.
1 Trago a fumaça, pelo fato do tédio me tediar, engraçado seria viver sem ar, engradado seria.
2 -Diferenças, esperanças. Acabou não existe provas e nem deixei vestígios, meus pés vão voar e logo eu não estarei aqui pra te ver crescer, eu preciso disso, eu quero isso.
1 O amor não consta, o amor é item invalido na sua vida. Continue, agrave destrua o som das lembranças que eu guardei meu tudo é nada, e pra que me serve nada.
2 -Você enche seus olhos de lagrimas, mas não as derruba por orgulho, você sente sofre grita, porem a cabeça nunca abaixa. As minhas criticas os meus valores.
2 -Eu não os mudei.
1 Mas seria tarde, ou já é tarde para mais um beijo, mais uma noite?
2 -Não sei.
1 Mais você nunca soube, nunca sabe quando sorri, e quando fingi nunca pensou se alguém te faria feliz, viveu e vive por ironias nostalgias.
Qualidades ou defeitos eu não me importo.
Eu preciso da sua voz. Eu preciso de você.
2 -Já é tarde e estou indo.
1 Foge sem um termino, engano-me sem mistério e aqui eu fico a bolar imaginar formulas pra te fazer voltar, mais não isso não vai acontecer, porque no mundo que você criou o cinza vale mais, o cinza vale mais.
2 - ( ______________________ )
1 Não á respostas, nas que me fazem prosseguir sem ver o que você pensa sem ter certeza do que acha eu vou tropeçando indo. Agradeço a paciência desculpe pela minha inocência de dizer eu te amo. Nessa fumaça que aos poucos me embriaga, me estraga, e eu me sinto bem melhor, não ha. cinzeiros e nem os quero são cinza pra todo lado e todo lado cinzas. Não jogue palavras tão duras na minha fina vidraça, não me deixei na ausência da sua presença, porque eu sei por que eu sinto que você está indo.
Guilherme Albinno
domingo, 13 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Alasca central
Eu não sei se vai chover ou não, mas está tão frio, eu nem sei como fumar aqui nessa solidão. Você nao me ligou e eu acabei esquecendo meu casaco. A madrugada se torna cada vez mas melo dramatica e meus olhos se cansam de buscar teu cheiro e eu comesso a confundir carinhos com promessas de amor, talvez eu tenha tomado mais de 5 copos mas estou de pé. Eu queria tanto gritar teu nome, mas é o singelo silencio que me guarda que te protege. Eu seria tão homem, como seria tão rato por você. os ventos do norte sul leste e japão vem me visitar envolve-se perde-se como braços pernas e caricias, o Alasca central é no apartamento 753 lá o mundo é sozinho e nostagico o frio é quase isuportavel e as historias escondidas se tornam um hoje amanhã de ontem, porque não ha alguem não ha ninguem. A não ser um grande pote de saudades do lado tédio proximo do microondas. Diz a velha musica cantada pela mente. Que não me basta a primavera outono, que não me vale um simples amor de verão, que inverno é bom quando se tem calor.
Siga a rotina siga os dias, não perca as horas não seja desagravel.Sorria sorria.
Mas omitir fatos, não faz parte do meu show, não se encaixa no meu carater, não se acostuma com a conciência, não debate com meus gostos, não se adapta no meu jeito de amar. Alasca central é o frio que ficou, na esperança de continuar.
Guilherme Albinno
Siga a rotina siga os dias, não perca as horas não seja desagravel.Sorria sorria.
Mas omitir fatos, não faz parte do meu show, não se encaixa no meu carater, não se acostuma com a conciência, não debate com meus gostos, não se adapta no meu jeito de amar. Alasca central é o frio que ficou, na esperança de continuar.
Guilherme Albinno
Assinar:
Postagens (Atom)
