domingo, 13 de julho de 2008

Converssação. 1 e 2

1 Peço que não me abandone, imploro que não me deixe, nem mesmo flores artificiais sobreviveram aqui. Digo não me esqueça, e que pareçam loucuras soltas. No vento de maio, na brisa do inverno sem você sem você.

2 -Desculpa das mil vezes, perdoe minhas frases anexadas do eu não te amo mais, sei que o céu hoje está nublado e você pelos cantos deixa cinzas de cigarros pensativos.

1 Trago a fumaça, pelo fato do tédio me tediar, engraçado seria viver sem ar, engradado seria.

2 -Diferenças, esperanças. Acabou não existe provas e nem deixei vestígios, meus pés vão voar e logo eu não estarei aqui pra te ver crescer, eu preciso disso, eu quero isso.

1 O amor não consta, o amor é item invalido na sua vida. Continue, agrave destrua o som das lembranças que eu guardei meu tudo é nada, e pra que me serve nada.

2 -Você enche seus olhos de lagrimas, mas não as derruba por orgulho, você sente sofre grita, porem a cabeça nunca abaixa. As minhas criticas os meus valores.

2 -Eu não os mudei.

1 Mas seria tarde, ou já é tarde para mais um beijo, mais uma noite?

2 -Não sei.

1 Mais você nunca soube, nunca sabe quando sorri, e quando fingi nunca pensou se alguém te faria feliz, viveu e vive por ironias nostalgias.
Qualidades ou defeitos eu não me importo.
Eu preciso da sua voz. Eu preciso de você.

2 -Já é tarde e estou indo.

1 Foge sem um termino, engano-me sem mistério e aqui eu fico a bolar imaginar formulas pra te fazer voltar, mais não isso não vai acontecer, porque no mundo que você criou o cinza vale mais, o cinza vale mais.

2 - ( ______________________ )

1 Não á respostas, nas que me fazem prosseguir sem ver o que você pensa sem ter certeza do que acha eu vou tropeçando indo. Agradeço a paciência desculpe pela minha inocência de dizer eu te amo. Nessa fumaça que aos poucos me embriaga, me estraga, e eu me sinto bem melhor, não ha. cinzeiros e nem os quero são cinza pra todo lado e todo lado cinzas. Não jogue palavras tão duras na minha fina vidraça, não me deixei na ausência da sua presença, porque eu sei por que eu sinto que você está indo.

Guilherme Albinno

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Alasca central

Eu não sei se vai chover ou não, mas está tão frio, eu nem sei como fumar aqui nessa solidão. Você nao me ligou e eu acabei esquecendo meu casaco. A madrugada se torna cada vez mas melo dramatica e meus olhos se cansam de buscar teu cheiro e eu comesso a confundir carinhos com promessas de amor, talvez eu tenha tomado mais de 5 copos mas estou de pé. Eu queria tanto gritar teu nome, mas é o singelo silencio que me guarda que te protege. Eu seria tão homem, como seria tão rato por você. os ventos do norte sul leste e japão vem me visitar envolve-se perde-se como braços pernas e caricias, o Alasca central é no apartamento 753 lá o mundo é sozinho e nostagico o frio é quase isuportavel e as historias escondidas se tornam um hoje amanhã de ontem, porque não ha alguem não ha ninguem. A não ser um grande pote de saudades do lado tédio proximo do microondas. Diz a velha musica cantada pela mente. Que não me basta a primavera outono, que não me vale um simples amor de verão, que inverno é bom quando se tem calor.
Siga a rotina siga os dias, não perca as horas não seja desagravel.Sorria sorria.

Mas omitir fatos, não faz parte do meu show, não se encaixa no meu carater, não se acostuma com a conciência, não debate com meus gostos, não se adapta no meu jeito de amar. Alasca central é o frio que ficou, na esperança de continuar.


Guilherme Albinno

terça-feira, 24 de junho de 2008

Eu Pararia de Fumar

Sei de rostos, soube da vida, alguns me disseram troque de canal, por motivos que desconheço eu continuo te amando. Esse dia de chuva me fez ver que você estava do meu lado, segurando minhas mãos, evitando meus grandes tombos, gênio difícil possuo, porém entendido por você. Quando sorri, e a mim trás á paz que tanto busquei entre rosas secas num jardim de sonhos, seus olhos podem me dizer coisas que bocas cultas jamais diriam. Eu te abraço e por si só, me faz tão feliz, já falei das gotas incansáveis, que lá fora continuam uma por uma num ritmo infinito, e que se encha de águas correntes, que se afunde por completa essa cidade, você esta do meu lado, e isso me basta. Eu não preciso de armas, eu sinceramente não preciso de nada a não ser do seu amor.
Quantas pessoas, quantas ilusões baratas, e efeitos sem graças, ao teu lado, somente ao teu lado tudo se torna, mas perfeito. Quando o vento não trouxer seu cheiro, quando o edredom não me aquecer como suas mãos, quando eu não ouvir a sua voz me mandando parar, o que será? O que acontecerá eu me encherei de lágrimas como faço agora, sei o quanto custa voar sem saber pra onde, sei que escadas podem parecer pequenas olhadas de cima. Quando um coração acelera, para, novamente numa freqüência minha tão sua, quando um pedaço de alma é encontrado, é impossível dizer adeus, é quase ilimitado a dor da saudade. Cedo, porem tarde, agora, nunca.
Decidimos naquele beijo, e nas futuras compreensões, eu procuro entender, mesmo que brigas ocasionem um mal humor, seus sussurros, a respiração, o orgulho, a minha vida, o nosso amor. Tenho manias que não agradam a você, mudanças, um novo caminho, confio na pulsação que bombeia meu sangue, não ouvirei conselhos, dos intolerantes, conheço sua voz, mesmo com pouco tempo, o ciúme, as minhas crises, a sua ansiedade. Um segundo amigos, dois segundos meu amor, eu diria repetitivamente eu te amo, eu te amo, certas palavras ditas não seriam tão bem interpretadas, quanto a emoção de te ter pro resto da minha vida, sendo o ar que respiro, a dor que sinto, as caricias que recebo, e os momentos mais simples e compostos do mundo.

Guilherme Albinno

Geração Balelas e Atualidades

Em frente as balelas, tantas ironias ditas, concentrados apenas na futilidade que domina pouco a pouco o mundo dos imbecis, eu sei como às vezes é difícil colocar os pés no chão gelado, e ver a geração medíocre que me deram. Fui feito entre as besteiras e pessoas, que acham que sabem alguma coisa, eu peço mais cultura, mais cultura, não á mudanças e quando os olhos se voltam ao horizonte, no mar estabilizado parecendo uma lagoa, de ilusões paralelas, assustado pelo barulho de duas gaivotas que cortam o céu da manha,avisando que sozinho não posso. Está ficando insuportável, espero que na minha geladeira tenha um estoque de pessoas inteligentes, porque essa ignorância me enjoa. Jogado ao vento, a quebra do mundo, se perde, por braços que não podem segurar tudo que desejam, sentado olhando as estrelas que parecem cair, imagino se lá fora algo é diferente, ou se vou mesmo me acostumar a ver "Big Bhother", geração medíocre, deve haver alguma bebida, ou droga lícita que me faça viajar nas ideologias que se perderam na linha do tempo, não existem fundamentos, pensam em dinheiro e mas dinheiro "poder" e esquecem que o mundo foi feito por momentos simples támbem, acreditam em tudo, como crianças bobas, a emprensa acontece a sensura desaparece, os políticos são ladroes engravatados e eu sou mais incorfomado. Fazem de Camila Morgado Olga e Thiago Lacerda Garibaldi a ignorancia é um troféu, e essa geração vive por uma gaiola de ouro certo, certo a beleza tem seu preço e cerebro irá vir em enlatados. Vou misturar com coca! O gosto vai ficar melhor, esse amargo que me seca, as vozes rebeldes que gritam que a loucura é um prato cheio de vermes para todos que sorriem, e fingim ser o que não são a verdade é um privilégio , a vida prossegue e a maturidade é tardia as horas vão passar e o desejo de voltar será maior a busca será desfocada porque certamente a velhice não deixaria concluir os sonhos de um ontem, ao redor, uma grande atmosfera, de lembranças, espalhadas pelas paredes portas, tetos, alguns pesadelos, serão realidades, a solidão virá nas noites de frio sendo o pior castigo, e de alguma forma alertará sobre todo o arrependimento das metas não compridas e dos destinos desviados e rotas completamente alteradas. Eu acredito na útopia de um mundo melhor, mas enquanto espero, mais uma tequila, porque dessa mediocridade eu não faço parte, prefiro enlouquecer e das minhas sombras transparecer, contando aos animais, como os seres humanos são anormais."

Guilherme Albinno

Sem Sono e Dilemas

Insônia me carrega, na madrugada sem fim, me fazendo chorar de todas as partes, na sala de estar, quartos, o que eu faço com meu espelho? Quantas pessoas ainda? Enganar ou enganado-me
É um silencio que me leva crer que não existe cura para essa doença.
Eu já dei voltas em mim mesmo e dancei com sobras desconhecidas, me diga qual é o segredo? Eu preciso aprender, eu tenho medo, de ter medo, amanha eu não sei se estarei acordado, e se você ainda será meu? Será meu amor, meio, concluído que seja eu corro buscando inspirações, mas é apenas meu cotidiano escrito com o coração, esse que se afoba, e se afoga por acreditar, passe a chave não agora não? Perturbado, enlouquecido, as vozes não param, eu grito, de dor, por responder erradas as minhas perguntas, estou parando sou apenas uma velha ferrovia, que de pessoas se abastece a grandes passeios ao passado. Dos que evitamos lembrar, eu te faço chorar? Eu te faço ter algum sentimento? Sem coerência você pode até afirmar, então me diz.
O que nessa vida segue corretamente.
Sim voe, voe, afastando-se. Ainda estou pregado a promessas que não cumpri, não sou eu, não sou eu, são as musicas tristes que tocam.

Guilherme Albinno

O de Sempre.

Porque visitas, porque horas de vida.
Porque conhecer aprender. Se não estais aqui, chorar lacrimejar pra quê?
Experimentar o poder de mudar e não conseguir retornar ao ponto de inicio.
As transformações por si mutações, que vão e vão feito raízes de árvores gigantescas.
Reflete todo o egocentrismo, por que a solidão é um castigo, as portas se mantêm fechadas, mas se rastejam entre o chão debaixo das frestas tudo que forte eu tento evitar.
As dúvidas são algarismos que eu não entendo e que fazem ilusões reais e deprimentes.
-É velho
-Sim é
São diamantes perdidos, uma crosta consistente, chamada de saudade. E por mais insanidade eu desejo muito ter de volta o que perdi. Fora braços pernas decepados foram olhos e internos esquartejados pelo privilegio que não tive essa guerra sem fim é o que faz de mim, é o que faz de nós. Somos corpos distantes feitos de uma alma implacável, somos um roteiro de personagens variados, o destino passa e entre as traças nessa mesa de café insossa eu derrubo lagrimas, e por si só eu conto histórias passadas atuais, presentes.
Eu discuto aos que não ouvem como um amor pode ser trágico, e como isso pode fazer bem.
-São metais
-Metais
As faixas e curativos não farão efeito para os meus sintomas.
-É por dentro e na carne.
-Talvez, mas profundo na alma, sim é ela que esta ferida.
Janelas a mesma imagem de anos retro passados, o relógio e suas teias.
Já não posso esconder já ao posso pintar em telas, pois todo esse sofrimento, as cores não são suficientes, e as inspirações já são perdiz.
Correr entre transversais, que cruzam o mundo.
-Me perder me perder!
Porque enlouquecer é meu prato para noite.
Tentando te dizer o que eu não consigo, tentando te mostrar o que eu não posso. Talvez eu mude para um subúrbio e recomece uma nova vida uma nova identidade, ou apenas continue escrevendo coisas que já sabes.

Guilherme Albinno

irônia não?

Você não me entende.
Você não me conhece.
Eu sou a má influencia, das dores que parecem.
Eu faço meu mundo, depende como você o olha.
Tenho conclusões, de simples e breves inspirações.
É meu jeito de amar. É só meu jeito de amar.
Você coloca as melhores roupas e não se sente bem.
Você usa o relógio, mas o tempo é nostálgico parado.
Como os defeitos que em mim você inventa. Por que não agüenta?
Por que não tenta, ser ao menos verdadeiro. Porque não me segura, porque não beija.
Aquela velha figurinha avulsa agora tem valor.
Então eu me perco e já estou a 100 km por hora, não tente me parar.
Não chore isso não vai adiantar. Me evite, grite, só não tente me ultrapassar, não seja louco de tentar lembrar.
Ainda na velha carteira recados de um te amo, e de todas as palavras que não sei como sentir.
Você não entende.
Você nunca quis entender, que o melhor de mim era pra você.
Ficou pra trás, lá atrás onde eu não posso ver, por que ha. apenas uma estrada a seguir.
E estou em alta velocidade. Deixando aqui momentos e saudades.